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Ontem logo a seguir ao debate fiquei com a impressão que as coisas tinham corrido muito mal a Sócrates. Não é tanto o que disse ou o que não disse. Foi o que deixou passar de inquietação e até de alguma surpresa.

Para quem sabe ler sinais corporais e faciais, e isso todos sabemos, Sócrates esteve desconfortável de cada vez que Passos pegava na sua argumentação e a destruía ou levava o debate para aquilo que é realmente o sentimento do país - Sócrates foi incompetente, mentiroso e muitas vezes profundamente mal intencionado ao longo destes 6 anos.

Não é coisa que se consiga varrer para debaixo do tapete com muita facilidade e PPC trouxe isso à superfície várias vezes.

Mas hoje fui tomar o pequeno almoço a um café aqui perto.
Logo que pedi o café, o empregado olhou para mim, sabendo qual a minha opinião acerca do assunto, piscou o olho e disse - owned!!

Há ali seguramente um gamer noctívago.

Mesmo assim fiquei surpreendido. Havia alguma satisfação em algumas caras. Como se de repente suspirassem de alívio por ver PPC estar à altura das circunstâncias.

E vi também alguns que ouço de vez em quando dizer mal de PPC sem nunca falarem a favor de Sócrates abertamente. Ficam-se pelo "são todos iguais" ou pelo "é tudo farinha do mesmo saco".
Mas essas mesmas pessoas comentavam hoje que Sócrates levou um banho!!
Enquanto bebia a minha bica não pude deixar de apurar o ouvido para as conversas laterais.

É espantoso como 1 hora de conversa em televisão pode mudar as cabeças. Hoje já se lembravam das manigâncias de Sócrates. Hoje PPC já não era um menino. Hoje já não era "igual ao outro".
É um homem de 46 anos, experiente, ponderado e provavelmente um muito melhor primeiro ministro do que Sócrates alguma vez foi.

Confesso que ainda perdi algum tempo a folhear o jornal que estava por ali só para poder ouvir mais.

E o que ouvi espantou-me. Duplamente. Porque não pensei que o resultado do debate fosse tão evidente para outros mas porque dava de barato poder de uma hora de televisão.

Enganei-me. E ainda bem que assim foi.
Comigo parecem estar milhões de portugueses determinados a não deixar passar em claro o que foi a maior desgraça governativa que se abateu sobre este país.

Em caso de derrota, Sócrates demitir-se-à ou o partido corre com ele. Passará de bestial a besta num abrir  e fechar de olhos.
Irão reunir-se conselhos de crise lá para as bandas do Rato e a travessia do deserto vai começar.

A corja súcia, habituada ao quero, posso e mando terá de baixar as orelhas e conviver com aquilo que é a alternância democrática. Vai ficar ao lado do BE e do PCP no anti bloco. Mas ao menos aí não causam estragos.

Mas o que é que foi isto?

Se não tivesse visto não acreditava.

Esperava um PPC inseguro, na defensiva e enredado em contradições. E saiu o contrário.

O que me levou a pensar se o empolamento das contradições não é um pratinho já pronto servido pelos media de serviço.
Não houve uma contradição. Estivemos perante alguém que tem um programa, que tem metas e que não se refugia apenas nas estratégias dos "estudos" e da chicana de pior qualidade a que Sócrates nos tem habituado.

Sócrates pareceu verdadeiramente afectado em uma ou duas ocasiões. Parecia querer conduzir o debate (moderador muito fraquinho diga-se de passagem) e esbarra com uma parede a cada tentativa.

PPC deixava-o falar sem interromper e de cada vez vinha mais acutilante e mais assertivo. Na verdade devíamos lembrar-nos que não estamos a lidar com um newcomer da política. Pedro Passos Coelho anda por cá há muitos anos. Soube cativar gente na JSD e conseguiu chegar a deputado pelo PSD.

Mesmo que a sua preparação em Economia não seja a de um doutorado, deixa Sócrates a milhas. Nesses temas que dominaram quase todo o debate, Sócrates parecia alguém que aprendeu de ouvido e que perante uma argumentação mais sólida só conseguia recorrer ao "por favor" e ao "por Amor de Deus".

Curiosamente Sócrates parecia mesmo muito mais afectado do que no debate com Paulo Portas. Talvez porque soubesse que se o PSD ganhar ele nunca terá uma hipótese de voltar a por os pés no Governo mas com Paulo Portas seria a força predominante.

Acho muito triste falar em vitória ou derrota como se fosse um jogo de bola, mas o que eu vi foi alguém que parecia um individuo culto e preparado e do outro lado um feirante de conversa gasta.

Estou espantado e agradavelmente espantado, diga-se. Sei que nos esperam tempos difíceis e que isto pode ser só o principio das desgraças. Mas sei que com Sócrates as mentiras e as estratégias de engano perdurariam e teríamos uma vida muito mais difícil.

Deus queira que tenha havido gente indecisa a formar a sua opinião hoje. Dos fanáticos já nós sabemos o que esperar mas são os indecisos que vão fazer a diferença e isso vai ser fundamental.

Pode ser que este país tenha alguma viabilidade.

O desprezível Sócrates

A cada dia que passa a minha fé no povo português afunda-se mais um pouco.

Não consigo perceber se as pessoas vivem em estado de alienação ou se são simplesmente sectárias e mal intencionadas, não se importando minimamente com os outros.

Mas o que é mais espantoso é que parecem nem se importar consigo mesmas. E isso já raia os limites da estupidez e da inimputabilidade.

Assistir a um excerto de um comício de Sócrates é um exercício penoso.

Primeiro porque não é um comício do Partido Socialista.
Ele esvaziou o PS a tal ponto que o PS é ele e os outros membros do partido fazem campanha por ele. Não pelo PS.
Depois, porque cada intervenção deste homem é tão carregada de mentira, de engano e de demagogia que me parece inacreditável que haja gente que acredite e apoie tamanha loucura.

A distorção da realidade é total. É evidente que para ele as pessoas são um mero instrumento de chegada ao poder. Uma vez lá, fará tudo para que os "seus" tenham uma boa fatia do bolo à custa dos estúpidos que nele votaram. Mas mesmo assim tudo fará para os convencer que "gosta" deles.

É constantemente apanhado em mentiras. Desde a sua própria concordância com a redução da TSU ou dos planos que tinha em 2000 para a privatização das Águas de Portugal é apanhado a cada passo. Mentiras que não pode imputar à crise internacional ou ao chumbo do PEC.

Ele é um mentiroso e nada mais que isso. Ao que parece toda a sua vida terá sido construída sobre aldrabices. Guterres deu-lhe a mão e pôs-nos em cima um dos indivíduos mais dasavergonhados de que tenho memória.
Não posso deixar de traçar um paralelo com o assalto ao poder feito pelas mafias na Rússia pós Perestroika.

A única explicação que encontro para as bandeirinhas e os aplausos é aquela que sabemos ser verdade. O PS arrasta gente de autocarro de um lado para o outro, com considerável gasto de dinheiro e coordenação logística para criar mais uma vez uma onda de propaganda à volta de um líder mentiroso e incompetente.
Já o fez em tempos trazendo uma camionete de excursionistas a Fátima para a frente do Hotel Altis para vitoriar António Costa. Não é nada de novo.

Mas se os tolos são tolos por se deixarem arrastar e intoxicar, os media já não têm desculpa.
Não existe uma análise critica daquilo que ele afirma serem as suas medidas para o país.
Praticamente tudo o que ele diz se fosse adequadamente dissecado cairia por terra num espaço de minutos.
Preferem dissecar os pontos constantes dos programas de outros partidos ou a assertividade de outros líderes.

A encosta para os outros partidos é muito íngreme. Enquanto Sócrates é levado ao colo, os outros são carregados com uma mochila de pesada e apedrejados a cada passo do caminho.

Se isto é deixar os portugueses decidir de acordo com a sua consciência e com as evidências que lhes são apresentadas, então estamos metidos num sarilho.

Nunca fui activista nem saí para a rua a vitoriar um partido, mas desta vez saíria de houvesse um Partido Anti Sócrates.

A sua gestão criminosa do país a sua incompetência e a sua desonestidade merecem julgamento e castigo. Deixá-lo sair impune de tudo isto é no mínimo chocante e pouco diferente de legitimar pelo voto alguém que devia estar preso, à semelhança de Isaltino, Loureiro ou Felgueiras.

É o ponto mais baixo a que um regime pode chegar.

É uma tragédia que tenhamos chegado a isto. Mas chegamos porque quem está no poder sente-se completamente à vontade para desrespeitar o seu juramento.

A política está entregue a gente sem escrúpulos sem estatura e sem honestidade. Vive-se principescamente da coisa pública e distribui-se pelos amigos.

Espero bem que Passos Coelho esteja à altura deste mentiroso compulsivo. Sei bem que os alienados e embrutecidos nunca se deixarão convencer. Continuarão estupidamente a vitoriar um asno incompetente porque nada mais sabem fazer. A sua estrutura mental não lhes permite outra coisa.

Mas será que eles são a maioria? Então não estamos num ponto em que temos o mais elevado grau de qualificação de sempre? Onde andam os portugueses com capacidade crítica?

Um discurso para estúpidos

A cada dia que passa o asco que sinto por este Partido Socialista aumenta.

E não é só a náusea que me causa Sócrates. Só ouvi-lo mentir constantemente causa-me uma sensação visceral de nojo. Não consigo deixar de olhar para ele e pensar que estivemos nas mãos de um espertalhoco sem escrúpulos que conseguiu hipotecar o nosso futuro e o futuro dos nossos filhos .

Falo do Partido Socialista. Nunca se viu um grupo tão alargado num partido português em tempos recentes alinhar de forma tão cega por uma cartilha ditada por um líder compulsivamente mentiroso.

Nem no PCP mais radical se assistia a tamanha falta de ideias individuais num partido.
O líder lança o mote e todos os palermas o seguem com uma convicção e uma argumentação digna de acéfalos.

Durante os tempos foi por causa da falta de programa dos outros partidos. Mais concretamente do PSD. Cheio de orgulho do "seu" programa, lá se atirava ele ao PSD pela falta do seu programa.

Quando este foi anunciado lá foi a sua pobre argumentação por água abaixo.
Ontem agarrou-se à taxa de IVA.

E como é típico dos demagogos, ataca o PSD por uma construção sua. Assumiu que a redução da TSU só pode ser feita à custa da eliminação da taxa intermédia de IVA.
Vai daí todo o discurso do séquito anda à volta disto. Até o argumento estafado e gasto ser substituído por outro.

A verdade é que Sócrates joga na estupidez de quem o ouve e tem sido condicionado a pensar de certa forma ao longo de anos. Da sua forma.

E estupidez é coisa que abunda. De cada vez que sai uma notícia ou um mero sound byte os comentadores de artigos de jornal atacam a um nível indizível. A argumentação usada é na maior parte das vezes digna de débeis mentais. A verdade é que o novo sistema de "moderação" de comentários do Público evita a insanidade de outros tempos, mas os que vão aparecendo são dum nível absolutamente digno de lobotomizados.

Já li de tudo. Se fosse dado ao suicídio, confesso que começava a pensar se não é melhor abandonar este planeta e deixar que os imbecis se auto extingam.

Quando um português inteligente e culto quer argumentar de má fé já é muito mau. Mas quando é um perfeito burro só dá vontade de lhe enfiar com um tijolo na tola.

Ter um país recheado de gente assim é a explicação de raiz para o problema em que nos encontramos.

A maior parte está contra tudo o que não seja pensado por si. O que pensam por si é ridículo, superficial e completamente desfasado da realidade.

O resultado final é o impasse. Que chega ao ponto de ser um impasse no país.

Gente assim serve perfeitamente os propósitos de Sócrates. Manipula-se facilmente, repete até á exaustão o que ele diz e ainda lhe acrescenta o seu toque pessoal com um certo orgulho de "ninguém ainda se ter lembrado disto".
Fala-se-lhe em alhos e responde em bugalhos. Responde a um argumento que demonstra que está errado com algo parecido com "pois, mas seja como for é feio na televisão!".
Quanto mais burro alienado e desesperado é um povo, mais fácil se torna de controlar. E convenhamos que se o nosso não estiver na sua maioria nestas condições não andará muito longe. E é assustador pensar que o voto de tanta desta gente comprometeu o país a este ponto.

Temos hoje uma escolaridade muito diferente de 1974 apenas para sermos um país de iletrados "espertos" e convencidos que evoluimos alguma coisa. Se dantes o povo era "forçado" a ir num certo sentido, hoje é manipulado para o fazer ficando com a ilusão de que o fez de livre vontade. É absolutamente aterrador perceber que até as elites começam a ser tão más como esta gente. A julgar pela qualidade de Sócrates percebe-se bem a que ponto desceu a "elite"

Dizia ontem um comentador na SIC notícias que o mundo do PS e de Sócrates vive de debater a "realidade" em cima de construções feitas por ele próprio e não sobre a realidade.

São feitos processos de intenções, assume-se aquilo que os outros não disseram e durante dias desanca-se o argumento até ele não se conseguir levantar mais do chão.
A seguir nova "construção" e nova semana.

Sabendo como sabe que os media adoram debater sobre especulações, o sucesso é garantido. Não há jornalista que se furte a pedir comentários sobre cenários especulativos nem a propor ele próprio a debate uns quantos.

O triste disto tudo é que o condicionamento e a incapacidade de distinguir a realidade da ficção é cada vez mais difícil para uma grande faixa da população.
Não é raro ouvirmos pessoas repetir um mote completamente falso que lhes foi enfiado pela garganta abaixo pelos políticos manipuladores com a bênção dos media.

E mesmo quando o contraditório é sólido persistem no erro. A incapacidade de reconhecer um pressuposto errado ou de sustentar uma argumentação sensata é uma característica muito corrente.

Não sendo eu um fanboy de Passos Coelho tenho de admitir que existe uma enorme diferença entre os dois:
Sócrates deixou de ser credível. Diz o contrário do que faz mas di-lo com toda a veemência. É um mestre do engano. Desce à maior baixeza que acha necessário para conseguir os seus objectivos. Não tem barreiras morais.
Passos Coelho consegue fazer passar ideias com alguma clareza mantendo sempre a ideia de que não nos está a poupar à realidade à custa de mentiras. Não desce à pura e simples manipulação e ao vale tudo. Tem barreiras morais.

Não têm assim tantos anos de diferença entre eles. Mas estão a quilómetros de distância do ponto de vista de carácter.

Passos Coelho precisa para já de tentar concertar as mensagens de tantas vozes do PSD. A tempestade de declarações pode revelar pluralidade e boas intenções, mas irá provocar por parte da imprensa e por parte do desonesto PS um onda de contra ataques demagógicos destinados a instalar a confusão.

A estratégia de comunicação do PS baseia-se na repetição estalinista de ideias emanadas de uma cabeça. Ao contrário do que parece acontecer no PS, os correligionários só falam aquilo que o chefe deixa. Dá uma ideia de unidade que o PSD parece não ter.

No entanto enquanto uma mensagem é pragmática e realista a outra é mais um saco cheio de aldrabices. O governo está entretido em opor-se à oposição.
Não deixem que isso aconteça e ele morrerá enterrado na sua própria porcaria.

Os vícios e falta de credibilidade

Assisti hoje ao debate Portas - Sócrates e houve um pormenor que me chamou a atenção.

Sócrates pode de facto ser muito convincente, mas apenas quando não encontra do outro lado um mínimo de réplica. E se isso é possível com a complacência dos media que dão voz a todas as acções de propaganda deste 1º Ministro, o mesmo já não acontece quando está frente a frente com outro político.

Portas pode ser tudo menos uma coisa - burro. Prepara-se e estuda o adversário. E convenhamos que para este discurso incongruente de Sócrates um pouco de preparação pode ser devastadora.

Sócrates por outro lado parece um viciado no jogo. Incapaz de resistir arruína-se e arruína os outros pedindo-lhes dinheiro emprestado. Quando finalmente alguém se recusa, culpa-o pelos ganhos que não vai conseguir porque não lhe emprestam dinheiro.
É este o papel de Sócrates. O de um viciado que afirma que desta vez é que era. E que são os outros que o impedem de o demonstrar.

Numa situação em que este discurso é feito frente a alguém minimamente inteligente na argumentação, desmorona-se e não evita parecer agastado e de certa forma surpreendido por ver a sua estratégia ir por água abaixo.

O caso que me chamou a atenção foi a questão do congelamento das pensões mais baixas proposta no PEC IV e que Sócrates afirma não ter acontecido.
Num gesto muito confiante entregou a Portas uma cópia da proposta em que esse "não" congelamento estava expresso.
Mas mediu mal. Portas tinha não só os vários documentos com a "evolução" da proposta, como tinha sido ele próprio a apontar essa injustiça no Parlamento.

Foi após esse debate que Sócrates veio afirmar que isso não aconteceria e para tal o documento foi corrigido pela metade. Ainda deixaram as contas da "poupança" no documento como se o congelamento do indexante se verificasse.
A marcha atrás que o governo fez para usar o argumento de que estava aberto à negociação foi feita precipitadamente e com imensas pontas soltas.
Pontas essas que Portas trazia documentadas e assinaladas a marcador amarelo.

Pela primeira vez vi alguém replicar na cara deste mentiroso manipulador. A sua tentativa de passar um documento tentando fazer esquecer a cronologia dos acontecimentos é apenas mais uma prova da desonestidade a que se pode chegar. Não é que nós não soubéssemos já. Afinal são 6 anos de mentiras.

Sócrates não passa dum viciado que tenta culpar todos à sua volta da sua desgraça, passando uma esponja sobre um período considerável em que podia ter feito bem e fez mal. Apenas se preocupou com propaganda e muito pouco com as consequências.

Esta falta de estatura ética é notada não só cá. É notada fora. Infelizmente ainda há muitos que ou não percebem ou pura e simplesmente não querem perceber.

É muito típico dos portugueses preferir ficar com um mal conhecido do que optar por algo que não conhecem.
De uma coisa estou seguro: Não há forma de fazer pior. Venha quem vier (menos Sócrates) já não pode enveredar pela loucura do despesismo descontrolado, da interferência canhestra na economia para beneficiar os amigos ou em defender um Estado Social que não é viável.
As coisas vão piorar é certo. Mas não se esqueçam que se tivéssemos tido juizo na escolha há 6 anos atrás, provavelmente não estariamos de mão estendida a pedir uma ajuda para as dividas que contraímos entretanto.
Mais grave que isso. O empreendedorismo foi torpedeado, quem quis crescer e ajudra o país a crescer foi impedido de o fazer directa e indirectamente. Muitos desistiram e o país está agora com muito piores condições de recuperar do que estva à 6 anos atrás.

Não foi a queda do Governo que causou isto. O governo caiu porque estava podre e merecia ser posto na rua. Mais um ano de loucura e teríamos uma situação de miséria a bater-nos à porta.

Obrigado Sr. Sócrates. Os seus vícios vamos pagá-los todos nós.
Digo isto com toda a sinceridade e do fundo da alma: Vá para o raio que o parta juntamente com os seus correligionários incompetentes e ladrões.